Giovanni
Guimarães
Além
de um grande músico, é também poeta e pintor.
Em apresentação
no Clube Recreativo
Um de seus desenhos
de Pedralva
Guimarães
como Rosa,
tem rosa na garganta para florar
trilhas, estradas, serras e vales
com as canções que entoa.
Transplantado, com raiz e tudo,
de Itanhandu, reparte seus frutos, hoje,
às margens do Sapucaí
em Itajubá,
Pedralva e cercanias, onde viceja,
rodeado de montanhas.
Mestre em história vive-a, professoralmente,
entre a nobreza de reis de folia. Viola
a tristeza cantando e encantado.
Cantor e cantadô, conta causos
além de desenhar
a vida a nanquim e colori-la
aquarelamente. Colhe poemas dos olhos
das pessoas, dos capins dos pastos,
dos horizontes das serras, dos prédios
da cidade e do próprio coração
e esparrama-os
por aí. Conhece os acordes da
amizade
e quer que as pessoas sejam felizes
como os passarinhos que cantam pra dedéo.
Santo não é. É
Giovanni, o mano, humano
e bem-amado
Gildes Bezerra. Itajubá, 09 de
Novembro de 1999.
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